Crônica: Mundo
Mundo. Cinco letras, duas sílabas. Muito á se dizer. Palavra tão grande aos meus olhos. Se o mundo fosse meu eu cuidaria direitinho, como se cuida de alguém. Me disseram, quando meus dentes ainda nem eram de leite, que o mundo era perigoso. Fiquei com medo, mas então eu cresci e descobri que o mundo somos nós, eu e você, a paisagem que decora a minha janela pela manhã, o sol e a lua e também o céu, a terra, a água e o ar. Perigoso mesmo são as pessoas que nos rodeiam.
Ainda bem que existem anjos, aqueles que imaginávamos quando eramos pequenos, nas orações pedindo ao anjo da guardar para nos proteger.
Hoje, eu quero conhecer esse mundo que tanto falam. Cada pedacinho, que tal a Disney? Andar pela Oxford Street. Fazer um piqui nique de baixo da Torre Eiffel.
Pessoas ruins sempre existirão. E amor também. E é no amor que eu acredito. E se ele fosse um pacotinho, eu entregaria para todos que precisam. Sem ele o bolo da minha mamãe não cresce, a vida fica preto e branco, sorrisos se transformam em lágrimas.
Eu quero encher o mundo do meu amor. E eu vou, pegando carona no carro do meu pai, de taxi, metro ou um avião.


Comentários